Eu preciso preencher essa carência de liberdade que apenas o amor ridículo, o desejo extremo, podem oferecer. Então, hoje eu estou apaixonada. Nesse momento, não é ao outro, mas à mim mesma. Porque não há nada que eu ame mais do que me rasgar em pele viva e deixar o desejo me consumir.
A isso, eu chamo de amar o amor. Não o outro, não o toque, mas como me sinto ao recebê-lo. E daí, que o outro queira esvair o meu corpo? Quanto mais sinto tais pontos, mais livre me sinto. Ele alegou calor, eu era o foco.

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